No dia 5 de abril, em sessão ordinária da Câmara Municipal de Passa Quatro a casa encheu de populares que aguardavam o pronunciamento do Ex-presidente da Câmara e Ex-Prefeito de Passa Quatro, atualmente vereador, o Sr Carlos Edil Fortes.
O assunto a ser falado e até mesmo repudiado pelo então vereador tratava-se de matéria publicada em um jornal periódico que circula em Passa Quatro em mais algumas cidades, e que em sua ultima edição. A matéria que foi publicada e que levou o vereador a fazer uso da tribuna livre, foi relacionada à sua pessoa e pior a sua intimidade.
Visivelmente emocionado Carlos Edil, Carlos Edil, deixou por um momento sua condição de vereador e fez uso da tribuna livre, local apropriado para uso de qualquer cidadão comum. Muitas foram naquela noite às tentativas de dificultar e se possível de impedir que o nobre vereador falasse. No começo da sessão a Presidente daquela Casa Flavia Pessoa que é da base do Prefeito, pediu que fosse lido uma serie de documentos que foram lidos pelo vereador Alaor, também da base do Prefeito a leitura foi extensa, dando a impressão que a finalidade era cansar os presentes de forma que fossem embora e não ouvisse o pronunciamento do então Vereador Carlos Edil. Mas a estratégica não deu certo, ninguém arredou o pé daquele local. Quando o vereador foi chamado para se pronunciar outra barreira, segundo a Vereadora o tempo para explanação seria de 20 minutos conforme determina a lei.
Sendo assim ao fazer uso de daquela tribuna Carlos Edil, começou agradecendo aos presentes e logo em seguida disse o motivo de seu protesto, referindo sobre matéria vinculada em periódico que tocou em sua vida e intimidade, que segundo ele violou os princípios fundamentais da Constituição que garante a todo cidadão direito a privacidade e a intimidade sob pena de responder em juízo, tanto na esfera cível e principalmente a penal ,quem violar os dispositivos constitucionais. Disse que esta atitude deste veículo de comunicação se assim o pode chamar cometeu desrespeito e crime de homofobia e que vai processa-lo judicialmente. Em sua fala lembrou de Wilson Siqueira e Padre Vicente que também foram atacados por este jornal e que tiveram ações em face deste jornalista. Em tom de repudio e indignação, muito emocionado, em certo momento do discurso chegou a chorar disse que não podemos comungar com umas atitudes destas em plena Ascenção da democracia, lembrou de grandes jornalistas que se destacaram ajudando a promover a paz social e ordem democrática através de suas forças de opinião.
Carlos Edil recebeu apoio de toda a comunidade onde parte dela estava naquela casa para ouvi-lo e solidarizar juntamente com ele.
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