Passa Quatro o transbordamentos do rio já era esperado
Falta dragagem, ultima vez feita foi na administração do saudoso prefeito Wilson Siqueira
Nos primeiros dias do ano, a chuva novamente assustou a região. No sul de Minas, foram registrados muitos acidentes, deslizamentos de encostas, famílias desalojadas e mortes.
Infelizmente não há prevenção para que tragédias como estas sejam minimizadas. Todo mundo sabe que esta região do sul de minas é perigosa em época de chuvas intensas por ser local montanhoso, principalmente no mês de janeiro fim de dezembro, as estatísticas confirma: as grandes enchente e catástrofe acontecem nesta época.
Na cidade de Passa Quatro, não é diferente, cercada de montanha, cortada por toda sua extensão pelo rio verde, tem sido alvo constante durante anos de enchentes e alagamentos. As consequências dispensa comentário, é só sofrimento prejuízo etc. Assim como a curva do Raul (Curva da Morte),de tanto ver a impunidade de quem deveria fazer algo para resolver, acaba virando um paradigma, ou seja passa a ser normal, sendo assim que venha a próxima enchente o próximo acidente e a vida segue como se estes acontecimentos que se repeti fizessem parte da normalidade da vida.
Tem que haver seriedade por parte de quem governa, não e possível mais conviver sem exercer cidadania, chega de mentiras e enganos, o povo não merece ficar refém de políticos e autoridades mal intencionadas. A última vez que o rio foi dragado, salvo engano, foi na administração do saudoso Wilson Siqueira, um feito que merece ser lembrado, principalmente pelos moradores de áreas de risco. De lá para cá não foi feita mais nenhuma obra de prevenção neste sentido um verdadeiro descaso por parte do poder publico que, quando acontece uma fatalidade esta aparece como salvador da pátria querendo aprovar em caráter de urgência projetos para ajudar a vitimas da desgraça anunciada. Por que não foi feito a dragagem antes? Por que permitir que transtornos e prejuízos fossem amenizados?
Mais uma vez fica a reflexão e o velho ditado popular: Melhor prevenir que remediar.
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