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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Erro Médico quase põem em risco a vida de paciente



Elias Bonfim da Silva, 40 anos residente e domiciliado em Passa Quatro no Bairro Santa Terezinha, no dia 26 de agosto de 2010,sentindo fortes dores abdominais, procurou o pronto socorro municipal, sendo atendido pelo medico plantonista Dr Nestor que após examina-lo, submeteu o mesmo a remédios com a finalidade de combater infecção de urina.
Após quatro dias de dores fortes e muito sofrimento procurou novamente o pronto Socorro. Pois o referido paciente se encontrava em estado gravíssimo. Sendo assim, foi socorrido pelo médico local e em seguida transferido para a santa casa da cidade de Itanhandu, onde foi submetido a uma cirurgia que não tinha nada haver com o diagnostico que o referido médico acima citado o havia medicado.
Moral da historia, à saúde em Passa Quatro não esta nada bem já faz tempo. Caso como estes deve ser comum no cotidiano desde pronto socorro, que não tem levado a sério um órgão tão importante do sistema administrativo. Importante por se tratar de um local onde se cuida do maior bem jurídico, que é a vida.
Há denúncia ainda, que por vários dias o pronto socorro, não tem tido médicos e quando chega alguma urgência, os atendentes ligam para os médicos locais que atendem por telefone. Também há denuncia que médicos residentes do estado do Rio de Janeiro prestando plantão sem estar devidamente qualificado para exercícios da função.
                Enfim no caso acima do Sr. Elias, quem é o responsável?, Quem esta pagando suas despesas que o mesmo teve e tem na sua recuperação? O que pode ser feito é acionar a justiça para que seja analisado o caso e se confirmar a denúncia que o município seja responsabilizado a ressarcir suas despesas e possíveis danos morais, talvez assim a atual administração passe a levar este e outros casos a sério, alguém tem que ser responsabilizado .Justiça seja feita, seja medico ou qualquer que desempenhe uma função pública que faça com base nos princípios administrativos, levando em consideração que não estão fazendo nenhum favor, mais recebem para assim fazer.

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